grupo ser natural: CURSO DE FLORAIS DE BACH E A TERAPIA ORIENTAL
I –...: CURSO DE FLORAIS DE BACH E A TERAPIA ORIENTAL I – Objetivos. 1. Sensibilizar os participantes sobre a existência do SER NATURAL –...
terça-feira, 8 de maio de 2012
I – Objetivos.
2.Conscientizar sobre a importância do poder das emoções em nossa saúde.
3.Aprender a equilibrar as emoções, tendo como coadjuvante a Terapia Floral e a sabedoria da filosofia Oriental – transformação.
II – Público alvo.
- Público em interessado no desenvolvimento pessoal e na busca do autoconhecimento
III – Conteúdo programático.
1.Histórico e Filosofia da Terapia Floral do Dr. Bach.
2.Filosofia Oriental: Tao, Yin / Yang e Cinco Elementos.
3.Descrição das 38 Essências no aspecto da signatura, estado emocional e respectiva relação com a teoria dos Cinco Elementos.
4.Tipos de Essências: Curadores, Auxiliares e Complementares.
5.Vivências.
6.Informações específicas para o atendimento terapêutico.
IV – Parcerias.

Healing Essências Florais

Grupo SER NATURAL.
Material da Healing Herbs inclui:
1. Pasta arquivo com material dos 38 Florais mais de 200 paginas de informação e exercicios
2. Cartões ilustrativos das 38 Essências Florais para visualização e meditação .
3. Certificado em nível internacional, expedido pela Healing Herbs (Inglaterra).
O curso tem duração de quatro meses e é realizado em um final de semana por mês. Sábado das 8h30m às 18h e domingo, das 8h30m às 12h.
- Datas: 18 e 19 de agosto, 15 e 16 de setembro, 20 e 21 de outubro e 17 e 18 de novembro de 2012.
- As vagas são limitadas.
- Mensalidades: R$ 330,00
- Alunos e ex alunos formados em acupuntura no CEATA e CBF: R$ 310,00/ mensal.
VII – Facilitadores.
Danilo Marques Junior
Educador
Acupunturista
Professor de Acupuntura no CEATA
Facilitador da Healing Essencias Florais.
Lucia Maria da Silva Ferreira
Educadora,
Acupunturista,
Facilitadora da Healing Essencias Florais
Sonia Maria Moraes Judas y Manubens,
Educadora,
Acupunturista ,
Facilitadora da Healing Essências Florais
Local - CEATA ESCOLA
Rua Lisboa 424, Jardim America
Telefone - 011 3061 0664
Inscrições abertas.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Estudo das Emoções: Preocupação I
Você sabe quando a preocupação é benefica para sua saúde? Ou melhor , sabe como determinar o limite entre a preocupação benéfica e a obsessão ?
Sabemos que a preocupação esta presente na vida de muitas pessoas. Mas a grande maioria não concebe a ideia de que ela possa ser responsavel por desequilibrios emocionais e dificuldade de aprendizado. Essa emoção é tão poderosa que tanto pode unir pessoas como ser fonte de desunião.
Por isso é necessario conhecer esse estado anímico tão frequente em nossa vida, a preocupação que pode ter uma conotação positiva para alguns, mas pode atingir um estado que leva ao lado negativo para outros. Preocupar-se demais gera doença. Mas uma pessoa despreocupada, enfim, é sinal de saúde ou de não estar nem aí com a vida?
O que é preocupação?
No dicionário encontramos:
1.Ato ou efeito de preocupar ou preocupar-se.
2.Inquietude, cuidado.
3.Idéia antecipada; ideia fixa.
4.Ocupar fortemente o espírito, prender a atenção de...
Então podemos dizer, em primeiro lugar, que preocupar-se é o ato de ocupar-se antecipadamente de uma ideia. Trata-se de uma inquietude que se estabelece antes que aconteça alguma coisa sobre a qual devemos pensar e refletir com o objetivo de podermos nos organizar de forma que tal coisa possa se manifestar de acordo com a nossa vontade ou necessidade. Preocupar-se é simular o futuro no presente mental, com objetivo de idealizar um acontecimento que possa orientar o seu futuro próximo. Isto se chama cuidado e se manifesta quando existe interesse real pelas coisas, o que vem a ser muito benéfico para si e para as pessoas em quem você pensa, ou melhor, com quem se preocupa. Pensar antecipadamente com relação aos outros também é considerado como um ato de compaixão. A sua energia mental sendo utilizada para o bem do outro, deixa de ser uma atividade mental centrada somente em você mesmo. Isso leva o nobre nome de empatia e solidariedade. Preocupar-se em como realizar as suas próprias necessidades também é fundamental para a manutenção de sua própria saúde, ajuda a desenvolver autoestima e desperta o processo de autoconhecimento. Em suma, a preocupação tem aspectos positivos e construtivos.
Tipos de preocupação
Realmente a preocupação é um estado anímico muito frequente e que pode ser classificado de diversas formas, mas os principais tipos que são os mais comuns são esses:
Preocupação de fogo baixo – são todos os tipos de pensamentos que tem objetivo de centrar na organização das tarefas do dia a dia – enumerar tarefas, otimizando horários, lugares, pessoas, distribuição, delegar papeis, ordens etc. Todas essas atividades são essenciais e tem um valor pratico fundamental para valorizar o sentido de que o tempo pode ser otimizado. Esse com certeza a tipo de preocupação mais frequente, mas que caracteriza a mente de uma pessoa equilibrada e centrada, com seu foco no momento presente, mesmo que esteja planejando seu futuro.
Preocupação de fogo alto – esse tipo de preocupação está muito ligado ao ato de pensar em uma situação especifica, por exemplo , um estado de saúde de uma pessoa querida, ou preocupação mais acurada do professor com relação a um aluno que esteja apresentando problemas. Ou uma tarefa muito importante num trabalho fundamental para o sucesso profissional. Essa preocupação acontece quando estamos aflitos ou inquietos, devido a uma situação que apresente um caráter emergencial ou de relevância elevada.
Quando o ato de preocupar-se deixa de ser benéfico.
Na terceira definição do dicionário, encontramos o termo ideia fixa! Há quem diga que a preocupação é chamada de “emoção das mães”. A mãe nutre, ampara, protege, dá segurança ao filho. Cuida do filho a cada momento e sempre está preocupada antecipando as necessidades daquele pequeno ser, que sem amparo, não seria capaz de sobreviver. Sua preocupação é legitima e necessária, mas do equilíbrio desta emoção dependerá um relacionamento saudável entre mãe e filho e o desenvolvimento sadio daquela criança, uma vez que nenhuma criança permanece bebê para sempre. Muitas vezes torna-se difícil para a mãe perceber o limite entre a preocupação necessária e aquela ideia fixa que se instala, mesmo depois do bebê se tornar adulto. Tudo que existe no universo é produto de uma ideia, de um pensamento. Quando colocamos nossa energia em uma ideia, ela pode tornar-se realidade. A mãe preocupada a cada momento com o filho que sai de casa, teme por sua segurança. Preocupa-se ruminando ideias ilusorias trágicas sobre a sorte do filho distante. Sua mente flutua no meio de ideias terríveis de desgraças eminentes, sua mente fica ocupada por antecipação com aquilo que ainda não aconteceu e que talvez nunca venha a acontecer, sofrendo a cada momento pela ruminação da ideia fixa, que de tão recorrente, pode acabar se materializando... ou não! Melhor seria, pensar com otimismo, pensar o lado bom! A preocupação se torna um empecilho quando é fundamentada em cima de ilusão. Isto gera um distanciamento entre a realidade fisica e a realidade mental da pessoa preocupada.
Obsessão: a preocupação exagerada.
Quando uma ideia começa a pré-ocupar a mente desnecessária e exageradamente, a pessoa se enreda em pensamentos obsessivos, pensa mas não age, pois não encontra solução. Sua mente se ocupa com aquilo que não é realidade presente, e isso se torna um empecilho. O sono desaparece, o físico se ressente, a mente parece não entender, não conseguir aprender sua lição a partir das situações que a vida lhe impõe. Em vez de uma solução para um problema, cria-se um novelo de problemas que se enrolam: a falta de solução, o martírio prolongado por essa ideia fixa sem solução, a impossibilidade de dormir ou de se concentrar em qualquer outro assunto que não seja o tal “problema” alvo.
MTC, o elemento TERRA e a valorização do presente.
A Medicina Tradicional Chinesa, em sua essencia observa a integração e equilíbrio do homem com a natureza. Quando os orientais citam a “preocupação”, estão falando do elemento Terra. Para explicar o elemento terra de uma forma bem próxima a nos ocidentais, basta lembrar que a terra é onde tudo acontece. Nós vivemos sobre a terra, dela tiramos os alimentos, assim como todos os outros seres vivos, animais e vegetais. Precisamos de uma terra bem equilibrada com nutrientes adequados para que nosso corpo fique equilibrado e bem nutrido. No corpo humano, o elemento terra é representado pelos órgãos baço-pancreas e estomago , que são os responsáveis pelo metabolismo de tudo que ingerimos, desde alimentos até ideias. Quando estudamos, lemos, enfim, quando aprendemos um fato novo, estamos nos alimentando de informações. O nosso dia a dia é repleto de alimentos e de informações que devem ser digeridos e distribuídos através da função do nosso elemento terra. Quando estamos bem alimentados nos sentimos bem, equilibrados, nossa digestão é boa. Também conseguimos nos concentrar no presente , aprender com facilidade, e nossa mente é tranquila e equilibrada. Assimilamos corretamente as informações e tiramos nossas conclusões. Somos capazes de nos ocupar com nosso momento presente, uma vez que estamos nos sentindo bem aqui agora. É uma noção de estar centrado, que é justamente a função do elemento terra: ser o centro de tudo que existe no nosso planeta. Mas quando não nos alimentamos adequadamente, nos desequilibramos física e emocionalmente. Fica difícil assimilar corretamente as informações. O fluxo das ideias começa a ser truncado e distante da realidade presente e dai vem as preocupações. O excessivo uso das faculdades mentais gera um cansaço intelectual, falta centro, ficamos instáveis, perdemos o foco adequado do momento presente, queremos voltar ao passado que era seguro, ou nos antecipamos para o futuro, preocupados, com medo que ele não nos satisfaça. Se essa preocupação esta voltada para o dinheiro ou para a comida, temos a necessidade de juntar muito ou de comer muito. Ficamos obesos, nossa saúde fica desequilibrada e nossa mente congestionada – de preocupações cada vez mais obsessivas.
A relação entre o corpo e a mente esta ligada pelo binomio formado pela capacidade de digestão dos alimentos e a capacidade de assimilaçao das informaçoes que recebemos do ambiente. A saúde fisica e mental dependem da mesma energia: a energia do elemento Terra - do Baço e do Estomago. Na prática, quando apresentamos dificuldade para digerir os alimentos teremos com certeza dificuldade em aprender.
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TERRA |
Na próxima postagem passaremos a discutir os principais meios para que possamos ter uma mente sadia mas sem preocupações ilusórias.
Até a próxima!
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danilo marques junior
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Terça-feira, Abril 10, 2012
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Estudo das Emoções: Raiva III
É PRECISO EXPRESSAR A RAIVA
Num movimento contrário ao dos cronicamente enraivecidos, encontramos os invulneráveis, que se dizem nunca afetados pela raiva! Poderíamos chama-los de insensíveis! Eles não sentirão raiva, tampouco alegria ou simpatia, pois, na verdade, não têm acesso aos seus sentimentos. Estes jamais expressam raiva ou qualquer outro sentimento. Mas se a emoção da raiva lhe atingiu, é preciso permitir que ela flua para purificar a ferida emocional e iniciar a cura. Quando levamos à boca alguma coisa ruim, nosso instinto nos faz cuspi-la fora para livrar-nos do que nos desgostou.
Assim é com a mágoa que gera a raiva. Jogá-la para fora é o movimento natural necessário e saudável, que permite que reequilibremos nossas emoções.
REPRIMIR A RAIVA É PERIGOSO, E NEGÁ-LA, IMPOSSÍVEL!
É preciso identificar e reconhecer a própria raiva, mesmo não manifestando a reação raivosa. Há quem tenha receio de liberar sua raiva por vários motivos. Talvez o primeiro deles seja o medo da perda de controle de sua própria reação e daquilo que sua raiva possa revelar. Entretanto a demonstração da raiva nem sempre é, ou precisa ser violenta, é natural e é controlável.
Verdade que nem sempre é possível deixar fluir a raiva e ela acaba sendo bloqueada e vai penetrando e supurando dentro de nós. Daí torna-se crônica e a pessoa pode até adoecer seriamente.
O QUE NOS IMPEDE DE EXPRESSAR A RAIVA?
Uma educação infantil repressiva muitas vezes causa esse tipo de bloqueio.
Além disso, alguns podem pensar que se demonstrarem sua raiva, estarão mostrando um lado feio de si mesmos, deixando assim de serem amados. Outros fantasiam violências onde podem perder as estribeiras e fazer coisas terríveis, passando das medidas. Muitos não querem parecer fracos, outros têm medo de magoar pessoas amadas ou pessoas que não podem “ouvir verdades” como, por exemplo, seu superior no trabalho.
Mas a verdadeira raiva não se dissipa se não dermos a ela um espaço.
QUAL QUANTIDADE DE RAIVA PRECISA SER EXPRESSA PARA APAZIGUAR O SENTIMENTO?
Difícil medir, pois cada magoa dói de maneira diferente e varia de pessoa para pessoa. Os orientais ensinam que devemos desenvolver a capacidade de apurar com sagacidade e com estratégia o momento propicio e o local adequado para manifestarmos as nossas opiniões ou desejos, evitando reações raivosas. Este constitui um meio de evitar que caiamos nas mãos maléficas da raiva e preservemos nosso metabolismo hepático.
A busca pela meditação como veiculo para a amenização dos efeitos deletérios da raiva sobre a saúde é cada vez mais frequente. Os grandes pesquisadores desta área afirmam com bastante experiência: a raiva não deve ser submetida à repressão e sim, ao contrario, entendida como um sinal a ser observado no seu movimento e na sua natureza para que possamos aprender com ela a estabelecer nossos limites individuais.
Difícil medir, pois cada magoa dói de maneira diferente e varia de pessoa para pessoa. Os orientais ensinam que devemos desenvolver a capacidade de apurar com sagacidade e com estratégia o momento propicio e o local adequado para manifestarmos as nossas opiniões ou desejos, evitando reações raivosas. Este constitui um meio de evitar que caiamos nas mãos maléficas da raiva e preservemos nosso metabolismo hepático.
A busca pela meditação como veiculo para a amenização dos efeitos deletérios da raiva sobre a saúde é cada vez mais frequente. Os grandes pesquisadores desta área afirmam com bastante experiência: a raiva não deve ser submetida à repressão e sim, ao contrario, entendida como um sinal a ser observado no seu movimento e na sua natureza para que possamos aprender com ela a estabelecer nossos limites individuais.
Contar até dez e respirar antes de reagir pode ajudar, pois é uma forma de ganharmos tempo antes da reação explosiva vir à tona. O mais importante é buscar rever a situação depois que a poeira baixar, fazer uma leitura imparcial do ocorrido para, quem sabe, tirar daí um aprendizado, talvez uma forma melhor de lidar com uma situação semelhante no futuro.
Existem florais que nos ajudam a lidar com a raiva e suas nuances. Voltaremos pra falar sobre alguns deles.
Até a próxima!!!
Até a próxima!!!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Estudo das Emoções: Raiva - II
A EXPRESSÃO DA RAIVA
O que fazer com a raiva ? por Outravia
Continua...
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| Madeira |
A FILOSOFIA CHINESA E A RAIVA
A medicina tradicional chinesa explica que a raiva é classificada como uma energia yang, ou seja de natureza ardente, explosiva, impulsionada de dentro para fora, característica do elemento Madeira. Ter o controle sobre a raiva é uma missão difícil, uma batalha que temos que travar a todo instante, mas a raiva faz parte do processo do nosso impulso natural de manifestar nossa ação criativa no mundo exterior. Todos os nossos desejos, metas, objetivos estão ligados às capacidades de realização e execução .Todos nós queremos conseguir a satisfação dos nossos desejos da forma mais rápida. Buscamos a todo instante ganhar e realizar os nossos feitos. Nossa sociedade moderna incentiva cada vez mais o consumismo e o acúmulo de bens materiais e de conhecimento. Quanto mais rápido e ativo, melhor. Todo esse contexto nos leva ao acúmulo de energia ou à ativação maior do nosso metabolismo hepático. Essa relação psicossomática foi estudada e sistematizada pelos médicos orientais de forma bastante sagaz. Afirma-se que o Fígado e a Vesícula Biliar, mais algumas estruturas orgânicas, são responsáveis pela capacidade de impulsionar e de executar os nossos desejos. Essas estruturas orgânicas são constantemente desequilibradas pelo estado emocional da raiva, uma vez que a raiva acontece porque algo ou alguém nos impediu, ou nos bloqueou a ação.
A EXPRESSÃO DA RAIVA
Já foi dito que expressar tristeza ativa no próximo, um sentimento de solidariedade e o desejo de ajudar a pessoa triste. Mas expressar raiva é bem mais complicado. Quando uma pessoa expressa raiva, suas sobrancelhas se baixam no centro e apontam para cima, formando um arco quase pontudo. O olhar fica fixo na direção do alvo (ou seja, daquilo ou daquele que causa ou a raiva). Os lábio se cerram com força, enrugando-se ou, numa demonstração de raiva mais intensa, a pessoa arregala os lábios tensos, mostrando todos os dentes. A expressão da raiva assusta, ativa no outro o medo, em seguida, pode ativar o desejo de revide, um sentimento igualmente raivoso, nada solidário. A consequência pode ser uma briga com troca de ofensas físicas e/ou morais, que em nada contribuirão com a evolução do ser, ao contrário, estimulam a violência.
As pessoas são diferentes na frequência e forma de demonstrar sua raiva. Alguns são cronicamente enraivecidos e a demonstram mais rapidamente que outros e com maior grau de agressividade. Seu foco está sempre voltado para aquilo que tem o potencial de causar aborrecimentos. Constantemente “perdem a cabeça” para depois se arrependerem do que fizeram ou disseram no momento de raiva. Esses sofrem mais e tem maiores dificuldades para “consertar os estragos” posteriormente. A herança genética e/ou o ambiente são os maiores responsáveis por essas diferenças.
QUAL É A UTILIDADE DA RAIVA?
Dentro da normalidade, temos sempre a opção de não agredir. Dalai Lama defende que é possivel não sentir raiva quando há compaixão, pois se entendermos os motivos do outro, somos capazes de não sentir a ofensa.
Entretanto dizemos que às vezes, é importante agir baseados na raiva.
Entretanto dizemos que às vezes, é importante agir baseados na raiva.
Essa ação poderá pode ser útil no sentido da autopreservação, ou seja, uma manifestação direta e adequada da raiva pode ser necessária e é saudável, porque afasta o medo, uma vez que ela é a própria energia do movimento do qual precisamos para agir e lidar com as ameaças.
Da raiva tambem podemos tirar lições, pois quando nos enfurecemos é sinal que alguma coisa nos incomodou, e se tivermos clareza das causas desse incômodo, agiremos sobre a situação, reagindo com certa energia de "raiva" para que o agressor perceba que existem limites que devem ser respeitados. É assim que se educa; a pessoa ofensiva precisa saber que o que fez nos desagradou, para que ela pare de fazer isso. Será preciso, em primeiro lugar total sinceridade consigo mesmo e estar seguro para depois se expressar da forma mais adequada. O importante é que não haja uma carga de agressividade que ative a ira do interlocutor, e que ele entenda suas razões para que o assunto se encerre sem rancores de ambas as partes e com aprendizado.
Da raiva tambem podemos tirar lições, pois quando nos enfurecemos é sinal que alguma coisa nos incomodou, e se tivermos clareza das causas desse incômodo, agiremos sobre a situação, reagindo com certa energia de "raiva" para que o agressor perceba que existem limites que devem ser respeitados. É assim que se educa; a pessoa ofensiva precisa saber que o que fez nos desagradou, para que ela pare de fazer isso. Será preciso, em primeiro lugar total sinceridade consigo mesmo e estar seguro para depois se expressar da forma mais adequada. O importante é que não haja uma carga de agressividade que ative a ira do interlocutor, e que ele entenda suas razões para que o assunto se encerre sem rancores de ambas as partes e com aprendizado.
Este video sugere o que devemos fazer com a nossa querida RAIVA!!!
O que fazer com a raiva ? por Outravia
Continua...
Até a próxima!!!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Estudo das Emoções - Raiva I
Nesta postagem vamos falar de uma emoção perigosa, bem conhecida e muito frequente, a raiva, uma emoção forte que nos altera repentinamente, gerando sensações físicas descontroladas do organismo e nos faz agir impulsivamente, sem tempo de pensar. Gera uma atitude agressiva com o intuito de nos livrar de alguma situação ou pessoa indesejada, ou de conseguir algo que queremos a qualquer custo, na tentativa (inconsciente) de evitar a frustração.
QUEM NUNCA SENTIU RAIVA?
Quem não se sentiu injustiçado e com uma enorme vontade revidar? Quem não se arrependeu de ter falado mais alto num momento de raiva!? Quem nunca “perdeu a cabeça” ou “fez tempestade em copo d’água?
Reação à ação que vem de fora e causa um movimento de dentro para fora, como que para expulsar, revidar, defender-se.
SENTIR RAIVA NÃO É AGRADÁVEL
Fisicamente sentimos que a pressão arterial sobe, os batimentos cardíacos se aceleram, parece que vamos explodir. É fatigante e pode causar um enfarto. Essa emoção pode constituir o maior entrave na vida emocional de muitas pessoas e pode ser considerada uma emoção perigosa, difícil de lidar. Está ligada ao controle, ao castigo e ao revide. Causa sofrimento para quem sente e para quem recebe a ação consequente.
Podemos relacionar a emoção da raiva a naturezas diversas. Primeiramente, a uma interferência física onde segurar, prender, agredir alguém irá impedi-lo de fazer algo. Uma ameaça de dano físico ou moral, até mesmo uma ameaça de rejeição, um insulto verbal, tornam-se uma interferência que pode ferir física ou psicologicamente o individuo, gerando raiva.
Ainda, a própria percepção da raiva dirigida a si gera a uma resposta ao agressor com as mesmas características, ou seja, com raiva.
Há também a agressão ideológica, onde discussões e polêmicas podem evoluir para, desde uma simples briga com trocas de ofensas, até problemas de estado, gerando guerras entre nações.
Muitas vezes, a fonte do nosso impedimento encontra-se dentro de nós. A partir de uma simples falha de memória, ou da constatação de uma inaptidão, o sentimento de frustração aparece e a raiva volta-se contra a própria pessoa, num processo de baixa autoestima. Neste caso, a inevitável explosão poderá acabar encontrando um alvo errado, devido ao próprio instinto de autopreservação, que fará com que o ofendido busque fora de si um motivo para suas frustrações e desabafe suas tensões sobre a pessoa errada, em vez de iniciar um processo adequado de autoconhecimento, buscando o entendimento necessário para sua transformação e cura.
A RAIVA VARIA EM GRAUS DE INTENSIDADE E CRONICIDADE.
Quando percebemos que o impedimento que nos magoou ocorreu de forma acidental, a raiva pode vir com menor intensidade e ser passageira. Mas quando sabemos que o impedimento foi premeditado e intencional, a raiva será maior, mais intensa, e dependendo do assunto, poderá tornar-se crônica.
Outra diferença notável na intensidade da raiva ocorre quando se é magoado por alguém próximo, a quem presamos ou amamos. Isso ocorre por dois motivos: o primeiro, é a decepção ou desapontamento que potencializam a raiva, pois jamais seriamos capazes de imaginar que essa pessoa nos magoaria. O segundo, é o fato de que as pessoas mais próximas são aquelas que melhor conhecem nossas fraquezas, sendo assim, sabem “como” nos atingir com maior profundidade, e a magoa mais profunda gera a raiva mais intensa.
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A RAIVA PODE SER IDENTIFICADA DE VÁRIAS MANEIRAS
O que chamamos de raiva passa por uma gama ampla de sentimentos que tem em comum a origem em um impedimento que frustra. Desde um leve aborrecimento, uma aparência de mau-humor, até a exasperação, o estado de ansiedade, a fúria.
Dependendo da forma como ela se instala, o individuo poderá ficar preso ao ressentimento, que pode ser passageiro, ou ao rancor, que a partir de sua cronicidade, ativará, após um longo tempo de passividade e auto alimentação, o desejo de vingança. É assim que a raiva envenena quem a sente, domina seus pensamentos e escraviza sua vontade. A simples visão de um ícone que remete à fonte da mágoa desperta o sentimento adormecido e ativa a raiva gerando repugnância e desprezo, subprodutos da raiva.
Continua...
Até a próxima!!!
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Curso Imperdivel e Transformador
O nosso Curso de Florais de Bach e Terapia Oriental já tem data marcada para o ano de 2012. Marquem em sua agenda
Venha aprender de forma simples, direta como utilizar as Essenciais Florais do Dr Bach!!
Com o melhor método de ensino (Healingherbs) e na Escola mais tradicional nas Terapias Naturais (CEATA)!!!
I – Objetivos.
- Sensibilizar os participantes sobre a existência do SER NATURAL – auto-conhecimento.
- Conscientizar sobre a importância do poder das emoções em nossa saúde.
- Aprender a equilibrar as emoções, tendo como coadjuvante a Terapia Floral e a sabedoria da Filosofia Oriental com foco no processo de TRANSFORMAÇÃO PESSOAL .
- Reconhecer em cada Essência Floral o significado da signatura das plantas, os aspectos emocionais negativos e positivos e suas relações com a Teoria dos 5 Elementos da Medicina Tradicional Chinesa.
II – Público alvo.
Acupunturistas, profissionais na área de saúde, terapeutas naturais, terapeutas florais e publico em geral interessado no processo do desenvolvimento pessoal.
III – Conteúdo programático.
Acupunturistas, profissionais na área de saúde, terapeutas naturais, terapeutas florais e publico em geral interessado no processo do desenvolvimento pessoal.
III – Conteúdo programático.
- Histórico e Filosofia da Terapia Floral do Dr. Bach.
- Filosofia Oriental: Tao, Yin / Yang e Cinco Elementos.
- Descrição das 38 Essências no aspecto da signatura, estado emocional e respectiva relação com as teorias tradicionais da Terapia Oriental.
- Aprender os tipos de Essências e suas funções: Curadores, Auxiliares e Complementares.
- Dinâmicas Vivenciais.
- Informações específicas para o atendimento terapêutico.
Grupo Ser Natural tem a parceria com:
- Healingherbs - instituição inglesa fundada pelo Julian Barnard que é o produtor , pesquisador e distribuidor das Essências Florais do Dr Bach no mundo inteiro.
- CEATA ( Centro de Estudos de Acupuntura e Terapias Alternativas ) instituição sólida e longa tradição dentro da campo da acupuntura e das terapias complementares fundada pelo Dr Wu Tou Kwang .
- O curso tem duração de quatro meses e é realizado em um final de semana por mês. Sábado das 8h30m às 18h e domingo, das 8h30m às 12h.
- Datas: 17 e 18 de março; 21 e 22 de abril; 19 e 20 de maio e ;16 e 17 de junho de 2012.
- Curso Apostilado pelo método Healingherbs com Certificado Internacional
Mais informações:
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